
Nascida em 22/01/1997 em Jaraguá do Sul-SC, Angélica passa a ser moradora do Lar Menino Deus a partir de janeiro de 2024.
O histórico familiar de Angélica é permeado por abuso e violência doméstica. A mãe de Angélica é portadora de deficiência intelectual. Em meados de agosto de 2022 chegou ao conhecimento do Ministério Público, por intermédio dos elementos produzidos no Inquérito Policial, que Angélica estava sendo possivelmente exposta a situação de risco e vulnerabilidade. Em razão dos fatos e fundamentos jurídicos delineados, Angélica foi encaminhada para uma residência inclusiva que pudesse atender as suas necessidades.
Angélica frequentava a APAE, mas não é alfabetizada, segundo o relatório do clinico geral Angélica apresenta declínios cognitivos deficitários, bem como funcionamento adaptativo prejudicado e nível de apoio necessário elevado, por isso necessita atendimento especializado.
